Hoje eu estava aqui pensando por que existem pessoas tão ignorantes?
Por que a gente acha aquela pessoa tão legal, tão querida, mas quando
se depara defronte a alguma situação inusitada, elas virão um bando de
bocós?
Não precisamos menosprezar ninguém pra nos sentir maiores, se quiser
ser alguém na vida faça por merecer e não comece a tratar mal os outros.
Seu time perdeu? Então pra não ficar por baixo "Bóra lá, falar do rival" !
A por favor, criem vergonha na cara. E saibam a hora de calar a boca.
Você não conseguiu um emprego e sua amiga sim? Então vai logo dizer
pra ela que não queria mesmo o emprego, que era ruim mesmo. Sério?
Então por que tentou?
Há pessoas que são assim, que não aprenderam a perder, e que fazem
de tudo pra sair por cima. Mas quem tanto quer, quem tanto tira vanta-
gens das coisas, um dia acaba se dando mal. De um jeito ou de outro,
pessoas assim nunca acabam bem. Porque a ignorância dessa gente é
notada pelas pessoas ao seu redor, então no final, acabam se tornando
tão insuportaveis que ninguém vai querer ficar por perto. E assim vão
acabar suas vidas sozinhas, e sem nada.
Lembrem-se disso, sempre que forem fazer alguma coisa assim.
Um abraço!
Mania Esperta
Um blog diferente e, digamos, Esperto ;D
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Pássaros
É nesses dias que eu gostaria de ser um pássaro.
Nesses dias em que o sol não consegue me iluminar,
ele apenas está ai sem dó de mim, a queimar-me
mais do que já estou. Nesses dias em que nem a brisa
do mar é capaz de me acalmar, que essa angústia e
ansiedade arde por dentro e que me fazem chorar.
Eu queria ser um pássaro, para voar para longe, para
ter apenas o compromisso de cantar, todos os dias,
e mesmo assim ser tão lindo e leve. Um pássaro
que se preocupa apenas com os filhos, e em como
alimentá-los, ele não precisa trabalhar, apenas pre-
cisa buscar algo que mate a fome de seus filhos.
Um pássaro que por muitos nem é notado, mas ele
nem liga, porque é gracioso demais para ligar pra
indiferença das pessoas. Voar é apenas seu hábito
diário, mas para nós, meros seres humanos, é tão
caro e exclusivo.
Está na hora de parar, olhar ao nosso redor e notar
que existem coisas mais importantes a serem levadas
em conta.
E sim, eu preferia ser um pássaro, qual?
Não importa, apenas gostaria de voar !
sábado, 4 de dezembro de 2010
Voltas mais Além - continuação -
Carla despertou, e sentiu-se mal acomodada, com certeza, aquela não era sua cama. Abriu os olhos com certa dificuldade e notou que realmente não estava na sua casa. Era um lugar claro e ela se sentiu sozinha, quando pensou em se mover, viu que estava cheia de aparelhos, e descobriu que estava em um hospital, notou que algo de errado havia acontecido. Tentou buscar lembranças em sua vagarosa mente, mas sentiu-se tonta e concluiu que era melhor esperar. Olhou para o lado e viu que havia uma campainha, então no maior esforço do mundo, a tocou. Não demorou muito, e a porta abriu. Por ela entrou uma médica com um enorme sorriso no rosto, Carla achou estranho tanta felicidade. A médica pegou o celular, mas antes Carla interrompeu:
- Hei, pode me falar, antes de tudo, o que houve aqui? - o sorriso desapareceu do rosto da médica que agora parecia assustada.
- Bom meu nome é Luciana, você realmente não lembra de nada? - Carla já estava ficando irritada, e o cansaço estava tomando conta de seu corpo;
- Claro que me lembro de alguma coisa Luciana, lembro por exemplo que meu nome é Carla. Mas pode me dizer, por favor, por que diabos estou neste hospital?
Luciana fez uma cara de dó, que Carla odiou, e então respondeu:
- Você sofreu um grave acidente de carro, a 1 mês atrás. E desde lá, então, você permaneceu em coma. A gente fez vários exames e descobrimos que você estava com um coagulo de sangue na parte posterior do seu cérebro. A três dias atrás fizemos a cirurgia para a remoção do coagulo, e estávamos aguardando sua recuperação.
Quando Luciana acabou de falar os pensamentos de Carla voaram para longe, acabará de lembrar-se de tudo, da noite divertida, das bebidas, de Gustavo ...
- E o Gustavo? O cara que estava comigo? - Carla sentiu medo em perguntar, mas Luciana sorriu.
- Ele está bem, e era pra ele que eu estava ligando, Gustavo me pediu para ligar assim que você acordasse, já estou atrasada, não?!
Elas sorriram, e Luciana foi ligar para Gustavo. E no mesmo instante a porta do quarto abriu, eram seus pais e sua irmã mais nova, fazia tanto tempo que não se viam. Carla sentiu uma felicidade imensa, os abraçou como nunca os tivera abraçado antes, sentia-se em casa. Foi quando uma voz levemente conhecida a chamou, ela olhou e viu avançar pelo quarto, Gustavo, com flores nas mãos, seus pais foram saindo, e eles ficaram sozinhos.
Gustavo colocou as flores sobre o bidê, sentou-se ao seu lado e começou a fazer cafuné em seu cabelo.
- Como você está se sentindo? - ele perguntou.
- Meia tonta, e incrivelmente cansada, bem não estou nos meus melhores dias. - eles sorriram, e depois permaneceram em silêncio, olhando um para o outro, por algum tempo.
- Me desculpe. - Carla disse de repente.
- Vamos esquecer tudo isso, até porque você não tem culpa de nada, ninguém tem culpa. Mas antes de te deixar descansar preciso te pedir uma coisa. - disse Gustavo, e Carla assentiu - Você quer namorar comigo? - e ele lhe mostrou um lindo anel de compromisso. Carla não conseguiu falar nada, apenas estendeu a mão, ele colocou o anel e a beijou.
-Agora descansa, amanhã venho te levar alguns chocolates.
Gustavo saiu, e Carla, ainda sorrindo, fechou os olhos e dormiu ...
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Voltas mais Além
Carla saiu para dançar, para desocupar seus pensamentos de coisas monótonas. Ela queria extravasar e não pensar em mais nada, precisa se divertir. Saiu sozinha pois seus "amigos" estavam ocupados demais para curtir.
Salto alto, short e camiseta, seus olhos castanhos claros davam contraste com o lápis escuro, e suas bochechas estavam rosadas. Entrou em seu carro do ano, pôs uma musica legal e saiu para procurar um lugar. E não foi para os lugares de sempre, resolveu ir longe, conhecer pessoas novas, amigos de apenas uma noite.
Ao chegar pediu um drink e sentou, para esperar a coragem chegar, e depois ir dançar. Depois de quatro drinks, finalmente a coragem chegou, e Carla foi para a pista extravasar. Dançou como nunca tinha dançado antes, sentia que seu corpo estava totalmente sintonizado com sua alma, sentia-se livre como um pássaro que a pouco tinha sido libertado de sua gaiola, era um momento, que apesar de simples, estava sendo mágico.
Algumas pessoas a chamaram para se juntar a elas. Carla se sentiu um pouco tímida, mas mesmo assim ela foi, já que queria conhecer pessoas novas. De repente, enquanto estavam se apresentando, ela cruzou um olhar profundo, de feição perfeita...
- Oi, eu sou Gustavo, prazer.
Carla parecia estar hipnotizada com a beleza do rapaz e apenas conseguiu dizer:
- Hããã?!
Ele começou a rir, descontraidamente e repetiu, mais devagar:
- Meu nome é Gustavo, prazer! - , e estendeu a mão.
- Ahh, me desculpa. - ela ficou sem graça, e sentia que seu rosto estava ficando vermelho - E o meu nome é Carla, muito prazer!
Ela estava com medo que Gustavo tivesse notado seu interesse por ele, então resolveu ir no banheiro, porque não conseguia parar de olhá-lo.
Quando voltou, ele estava sozinho a esperar por Carla, aonde antes estavam todos. Gustavo disse que seus amigos tinham ido pra fora esperá-lo porque estavam indo embora. Ela então disse sem pensar:
- Você pode voltar comigo se quiser, te deixo em casa. - Ela sentiu, mais uma vez, seu rosto ficar vermelho.
- Então está bem, - disse ele, para surpresa de Carla - só vou la avisar eles e já volto.
E enquanto Carla esperava Gustavo voltar, seus pensamentos se encheram de preocupações e medos. "Como posso ter oferecido carona a um estranho?" "E se ele me agarrar?" "E se ele tentar me roubar?" Seus pensamentos foram interrompidos, pois Gustavo aparecerá com dois drinks nas mãos e a convidou para sentar. Ela aceitou. Conversaram muito, cada um contando sua história, riram de coisas inúteis, dançaram, beberam...
Estava quase amanhecendo, quando resolveram ir embora, Carla se sentia tonta, mas viu que ainda estava melhor que Gustavo, e mesmo assim decidiu dirigir. A casa de Gustavo era no caminho da dela, foram conversando um pouco, mas logo ele dormiu. E o sono pegou Carla também, a rua começou a ficar mais larga, seus lindos olhos foram fechando, escuro, buzinas...
Continua no próximo post!
Tairine
sábado, 25 de setembro de 2010
Continuação... Verdades Inconseqüentes
Sua paciência esgotou, e Alice explodiu e desabafou:
- Então, tá, vocês querem ficar falando mal dos meus amigos? Vão ter que falar de mim também, porque, sim, eu sou igual a eles. Pai, mãe, me desculpem - lágrimas começaram a brotar de seus lindos olhos azuis - eu ia contar, juro que ia, mas não queria que tivesse que ser assim. Eu amo vocês e espero que me entendam, porque eu estou amando, e esse amor é mais forte do que tudo em minha vida, e seu nome é Paula...
Alice bem que tentou continuar, mas seu pai gritou, e gritara como jamais tivera gritado com ela. E a mandou sair, pegar suas coisas e sumir daquela casa. Sua mãe chorava, desesperadamente, Alice queria abraçá-la, mas seu pai estava de pé defronte a ela, a impedindo. Alice entrou, arrumou o que coube em sua mochila e saiu, num misto de alívio e dor.
Seus pensamentos voltaram para o agora, ela sentia a chuva fria cair sobre seu corpo indiferente a sua dor. A verdade parecia não querer entrar em sua cabeça, mas ela tinha que aceitar. Havia uma decisão a ser tomada.
Começou correr, foi procurar Paula, decidiu ficar com seu amor, que a aceitava e a entendia. Não sentia mais a chuva, corria rumo a felicidade, e sabia que não haveria volta. Alice foi em busca da sua própria vida, sem preconceitos.
Tairine Favretto
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Verdades Inconseqüentes!
Estava lá, parada e inerte sob os pingos congelados da chuva, não sabia se corria ou voltava para dentro de casa, se chorava ou ria, e se ria era por finalmente ter tomado coragem. Uma hora se passara após tudo ocorrer, mas seus pensamentos ainda fervilhavam, em um misto de fúria e alegria.
Já fazia algum tempo em que buscava contar toda a verdade para seus pais, ela não aguentava mais esconder isso deles, não suportava mais mentir para sua, sempre bondosa e carinhosa, mãe, não queria mais esconder fatos para seu pai, que sempre a ajudara, com seu olhar profundo, como se conseguisse ver sua alma. E de seu irmão, que mesmo que não conversassem muito, ela tinha uma grande admiração. Então, ela chegou a conclusão que havia de ser feito, abrir o jogo, e acabar com tanta angústia em seu peito.
É domingo, toda a familia estava reunida para, o já tradicional, churrasco. O seu pai grelhando a carne com a ajuda dos tios, e sua mãe, na cozinha, preparando os acompanhamentos e colocando as fofocas em dia com suas tias. Eram quase treze horas quando o almoço foi servido, todos sentados, alegres e radiantes, degustando a saborosa comida. Então, de repente, uma das tias de Alice comentou sobre as amizades dela, que ouvira falar que não eram, por se dizer, as melhores. Ela não queria discutir, e mesmo que tivera mais cedo, chegado a conclusão de que iria contar a verdade, Alice não queria que fosse agora, na frente de todos os tios. Porém, após o importuno comentário de sua tua, todos começaram a questioná-la sobre o porque de continuar a ser amiga dessas pessoas, já que não eram bem vistas pela maioria dos adultos do bairro.
Então Alice não aguentou tantos argumentos sem razão, tantas calunias sobre seus amigos, sobre seu amor, o mais puro e verdadeiro amor que era mais forte que qualquer outra coisa em sua vida agora, ela não aguentou, ela sentiu o sangue subir em sua cabeça, sentiu o coração querer pular para fora do seu peito, e não aguentou, mais nenhum instante, não aguentou e falou..
Continua na próxima postagem!
Tairine Favretto
Já fazia algum tempo em que buscava contar toda a verdade para seus pais, ela não aguentava mais esconder isso deles, não suportava mais mentir para sua, sempre bondosa e carinhosa, mãe, não queria mais esconder fatos para seu pai, que sempre a ajudara, com seu olhar profundo, como se conseguisse ver sua alma. E de seu irmão, que mesmo que não conversassem muito, ela tinha uma grande admiração. Então, ela chegou a conclusão que havia de ser feito, abrir o jogo, e acabar com tanta angústia em seu peito.
É domingo, toda a familia estava reunida para, o já tradicional, churrasco. O seu pai grelhando a carne com a ajuda dos tios, e sua mãe, na cozinha, preparando os acompanhamentos e colocando as fofocas em dia com suas tias. Eram quase treze horas quando o almoço foi servido, todos sentados, alegres e radiantes, degustando a saborosa comida. Então, de repente, uma das tias de Alice comentou sobre as amizades dela, que ouvira falar que não eram, por se dizer, as melhores. Ela não queria discutir, e mesmo que tivera mais cedo, chegado a conclusão de que iria contar a verdade, Alice não queria que fosse agora, na frente de todos os tios. Porém, após o importuno comentário de sua tua, todos começaram a questioná-la sobre o porque de continuar a ser amiga dessas pessoas, já que não eram bem vistas pela maioria dos adultos do bairro.
Então Alice não aguentou tantos argumentos sem razão, tantas calunias sobre seus amigos, sobre seu amor, o mais puro e verdadeiro amor que era mais forte que qualquer outra coisa em sua vida agora, ela não aguentou, ela sentiu o sangue subir em sua cabeça, sentiu o coração querer pular para fora do seu peito, e não aguentou, mais nenhum instante, não aguentou e falou..
Continua na próxima postagem!
Tairine Favretto
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Primeira postagem ;D
Comecei esse blog agora gente.
e pretendo atualiza-lo com muitas noticias
e outras coisas interessantes que acontecem por ai!
Abraço
e pretendo atualiza-lo com muitas noticias
e outras coisas interessantes que acontecem por ai!
Abraço
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